Um estudante de apenas 8 anos foi aprovado no vestibular da Universidade Paulista (Unip) de Goiânia. Agora a escola se nega em aceitá-lo como estudante de direito, alegando que para se matricular é preciso apresentar o documento de conslusao do ensino médio.
O pai que também é aluno da mesma escola discorda e quer de todo jeito ter o filho estudando o curso superior.
A notícia da aprovação de menino, que está na 5º série do ensino fundamental causou polêmica nesta quarta-feira e foi noticia. Os pais apressadinhos dizem que a iniciativa de fazer a prova foi do garoto. “Ele que está trilhando o caminho dele, a gente só dá uma força e apóia”, diz a mãe, a arquiteta Maristela Portellinha.
A universidade reconheceu que João Victor fez uma boa prova. “O desempenho do estudante, levando em consideração sua idade e escolaridade, foi bom, especialmente na prova de redação, em que revelou boa capacidade de expressão e manejo eficiente da língua.
Este fato o torna merecedor de um acompanhamento especial em seus estudos”, sugetiu a escola em nota oficial.
Em posição obvia, a presidente do Conselho Estadual de Educação de Goiás, professora Maria do Rosário Cassemiro disse que o garoto não pode ser matriculado devido a um artigo da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) que define que para cursar o ensino superior é preciso que a pessoa tenha concluído o ensino médio.
A questão me parece muito grave e preocupante porque a tal universidade aceitou o inscrição do menino, recebeu certamernte a taxa cobrada e esqueceu de verificar o detalhe da idade do garoto.O ensino está virando em casos assim um verdadeiro comercio. Todo mundo deve se lembrar do caso do analfabeto que passou no vestibular no Rio de Jnaeiro numa conhecida universidade.
Mas voltando ao caso do Joao vitor Portellinha de Oliveeira que é o nome completo da criança, a questão me parece simples de resolver. O menino não pode estudar porque não tem idade pra isto e não concluiu o ensino médio conforme determina a lei. Mesmo que tivesse idade teria que comprovar o pré-requisito da conclusão do ciclo exigido.
Fico imaginando a situação deste garotinho ser aceito no curso de direito. Primeiro o inusitado dele na sala, pequeno no meio dos grandes. Depois, 5 anos após, formado bacharel, prestando concurso para delegado de policia, promotor de justiça ou juiz.
Imaginemos este pivete sentado naquela mesa do tribunal do júri, interrogando partes, conduzindo um julgamento de um réu ou numa delegacia de Policia , conduzindo os trabalhos como delegado.
Deixando a ficção e voltando à realidade, o que a universidade tem a fazer é chamar os pais do garoto que são pressoas muito esclarecidas, dar neles uma boa bronca, explicar que educação é coisa seria e como tal deve ser tratada(nem precisa devolter o valor da taxa de inscrição) e fim de papo. O menino que volta a estudar a sua quinta serie e espere chegar o seu tempo.
Não abro mão de minhas convicções. Sei que incomoda a alguns mas gosto delas.
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